quinta-feira, janeiro 27

Feliz 2011!

Lá se vai o primeiro mês de 2011... Tão breve que quase me furtou o momento de exaltar o novo ano. Dois mil e dez se fez recheado de realizações e conquistas, triunfos e glórias, alegrias e festejos, mas como não poderia ser diferente também recheado de situações desagradáveis, que no fundo são boas para se tirar aprendizado que só delas é possível obter.
Mas dois mil e onze está aí, está aqui, está agora... e com ele já veio muitas notícias boas, novas conquistas e encaminhamentos que renderão belos frutos até o seu encerramento.
Tal qual um Samurai, continuarei sonhando e acima de tudo: materializando, aquilo que desejo. Certamente encontrarei mais pessoas, parceiros e até amigos que se unirão aos atuais e ajudarão a construir tudo isso. Claro, haverá aqueles que se encostarão para desfrutar um pouco dessa maravilha que é concretizar ideiais e pensamentos. Sempre há. Mas, mais cedo ou mais tarde, sempre se descobre a face da verdade e acabam por ficar somente aqueles que realmente estão comprometidos com o propósito. E para quem tem dúvida sobre a intensidade da palavra “comprometimento”, há uma fábula muito tri onde uma galinha constitui uma parceira com um porco. Contando resumidamente: a galinha e o porco queriam montar um restaurante que servisse ovos e bacon no café da manhã (muito comum nos Estados Unidos). Cada um entraria com a sua parte no negócio. Contudo, a galinha estava apenas envolvida. Se o negócio não vingasse, sem problemas. Já o porco, bem, o porco tinha que estar completamente comprometido com o negócio, pois, para obter o bacon, ele precisaria se sacrificar.
Vamos a mais um ano de muito sacrifício e conquistas. Afinal “sem sacrifício não há vitória”. Aos bons Samurais, vamos lá, comprometidos até o fim. Vou atuar intensamente no trabalho social na Onda Socioambiental, apesar de as vezes um pouco truculento segue um caminha sonhado, planejado e executado a anos, quando ainda nem nome tinha... Intensificarei as aulas na Ufrgs, meus colegas sociólogos já estão saudosos... Seguirei por aqui, escrevendo de forma amadora e prazerosa, certamente com muitas imperfeições (peço a sua paciência e colaboração se encontrar algum equivoco de grafia, gramatica, etc.), mas sempre com minhas opiniões e análises sociológicas, antropológicas, psicológicas e outra lógicas pertinentes a todos os pseudos filósofos... Seguirei com minhas convicções políticas e militância partidária e claro curtindo os amigos: virtuais e reais.
Feliz 2011!

sexta-feira, dezembro 3

Parabéns grande capitão!

Nesta quinta-feira a noite, no Ginásio Aldeião de Gravataí o capitão do time e artilheiro do Campeonato de Futsal com 11 gols, Juliano Cardoso, levantou a taça de Campeão Municipal. O atleta que treina futebol de campo no CT Mosqueteiro do Grêmio, em Cachoeirinha, representou a camisa do CAIC, time da Escola Estadual Neuza Goulart Brizola, da mesma cidade, que é treinado pelo professor Carlos Ocanha.
A final foi contra o forte time do Cruzeiro, que, bem entrosado, deu muito trabalho durante todo o jogo, mas no final com dois gols do Juliano, os dois em momentos decisivos da partida, a vitória veio no placar de 6 x 3. O time teve ainda Tiago Cauã como o goleiro menos vazado. O evento teria ainda a final da categoria principal, onde o Raízes sagrou-se campeão. A prefeita Rita Sanco e o Secretário de Municipal de Esporte Sergio oliveira, entregaram as Taças e as medalhas. Juliano Cardoso, que viaja no início do ano para uma série de amistosos no interior de São Paulo e Rio de Janeiro, ainda defenderá o título de campeão municipal de Cachoeirinha, conquistado quando defendia o time do Atlético Parque, em 2009. Curiosamente, ele também levou o troféu bola de Ouro neste campeonato ao sagrar-se goleador com o mesmo número de gols que anotou neste último certame.
Segue fotos e vídeos do jogo final. Infelizmente o segundo gol, um golaço no ângulo, não conseguimos filmar, mas estará no DVD oficial do campeonato, que será adquirido e compartilhado via web, assim que for colocado à venda.

Vai lá Jú, artilheiro dos gols decisivos.





Vídeo do Primeiro gol do oportunista artilheiro. 3x1...



O gol que o juíz não deixou acontecer!


Neste final de semana eu posto mais alguns vídeos do jogo.

sábado, outubro 30

Linda mensagem do pai ao guri. (Rocky 6)

“Eu dizia para a sua mãe: esse guri vai ser o melhor guri do mundo. Esse guri vai ser o melhor guri que já conhecemos.

E você cresceu bom, maravilhoso e foi muito legal ver você crescer, foi um privilégio. Ai chegou a hora de você ser adulto e conquistar o mundo, e conquistou. Mas depois, em algum ponto do percurso você mudou, você deixou de ser você. Agora deixa as pessoas botarem o dedo na sua cara e dizerem que você não é bom... e quando fica difícil você procura alguma coisa para culpar, como uma sombra.
Eu vou dizer uma coisa que você já sabe:
O mundo não é feito de sol e arco-íris.
É um lugar sujo, é um lugar cruel que não quer saber o quanto você é durão, vai botar você de joelhos e vai deixar você assim para sempre, se você deixar.
Você, eu, nem ninguém vai bater tão duro quanto a vida. Mas não se trata de bater duro, se trata do quanto você agüenta apanhar e seguir em frente, o quanto você é capaz de agüentar e seguir tentando. É assim que se consegue vencer.
Agora, se você sabe do que é capaz então vá e pegue o que é seu. Mas você tem que estar disposto a apanhar e seguir em frente e não sair apontando dedos dizendo que você não esta onde gostaria por causa dele, dela ou de alguém. Só covardes fazem isso e você não é covarde, você é melhor do que isso!
Eu sempre vou amar você a cima de tudo, aconteça o que acontecer, você é a melhor coisa da minha vida."

(Adaptação da mensagem de Rocky Balboa a seu filho, no filme "Rocky VI")



sábado, outubro 9

Somos do bem ou do mal? - Por, Joelson Cardoso

O bem e o mal...
Desde que o homem se reconhece como ser humano, talvez até antes disso, ele se questiona ou se impõe a dicotomia do bem e o mal. Invariavelmente qualquer um de nós se depara com uma ação, uma atitude que será marcada como boa ou má e será transferido para o seu autor.


Compreender que todos, sem exceção, são tão bons quanto maus, certamente será um atestado de que você é incoerente e até mesmo insano.

Os livros de história estão cheios de heróis e vilões, cujas histórias de seus duelos acabamos sempre por conhecer mais aquelas que favorecem nossos compatriotas. Diz a teoria da acadêmica de historia que o vencedor do duelo tem o direito de registrar a história do conflito. Imagina qual seria o ponto de vista predominante, neste caso? O do vencedor é claro.

Assim é a vida, assim funciona no singular, na história do cotidiano onde o contexto do momento influencia ações e gestos. Geralmente quem sofre com um ato relata o ocorrido, aos seus mais próximos, sempre sobre o seu ponto de vista da situação, já o outro lado fará o mesmo, porém da forma como ele entende os fatos. Esta aí um típico caso de dualidade acerca do mesmo fato, onde cada um justificará os seus atos como legítimos, enquanto as ações do outro serão  os motivos do problema.

Na real, precisamos tentar, sempre, manter a frieza de espírito para buscar compreender as situações pelo maior número de possibilidades, variáveis e motivações possíveis. Assim poderemos aceitar que, assim como, aquele que analisamos, também erramos e acertamos. Os mesmos erros e acertos. E certamente seremos analisados e estigmatizados ora de pessoas más ora de pessoas boas. Assim é a criação do bem e do mal, nem tão bem que se possa ser deus nem tão mal que se possa ser demônio.

Está ai um texto que saiu sem querer... comecei a digitar e terminei assim. Espero que sirva pelo menos para reflexão. 

terça-feira, setembro 21

A influência partidária que distorce a noção das coisas

Outro dia, no jornal Correio de Gravataí, uma opinião minha a respeito de algumas situações ocorridas no desfile de 7 de setembro em Gravataí, foi publicada. No texto, eu questionei a atitude de um funcionário público municipal, em cargo de confiança, popular “CC”, que no exercer de suas atividades (estava trabalhando na organização do evento) caminhava de um lado para o outro com vários adesivos de propaganda partidária colados na roupa. Também mencionei o fato de, nos auto-falantes da avenida a voz do locutor pronunciava de tempos em tempos alguma coisa que remetesse a escola técnica, os seus benefícios, a necessidade da cidade em “ganhar” uma, etc. Neste segundo caso questionei àquilo que me pareceu “alfinetadas” do governo municipal à direção, aos pais e alunos da escola Santa Rita, que, em sua maioria, estão em pé de guerra com a prefeitura. Para quem não sabe a condição para a instalação da escola técnica federal no prédio da Escola Santa Rita é a extinção do ensino fundamental, que atualmente funciona no local.

Após estas considerações questionei as posturas (do funcionário público e do locutor), representantes de todos os cidadãos, pelo serviço que prestam, se seria politicamente correto, no caso do primeiro, em horário de expediente, fazer merchandising político e do segundo, incitar animosidades entre a população envolvida e a administração pública.

Pois bem, estas duas opiniões chatearam uma leitora que escreveu para o jornal lamentando a minha postura. Em algumas palavras o seu texto dizia que ela não entendia como poderia haver pessoas contra a vinda de uma escola técnica e que a disputa política toma rumos muito perigosos onde muitas vezes se perde a noção do certo e do errado.

Apesar de ter sido mal compreendido, gostei do texto da leitora, achei de muito bom gosto o tom cordial e polido utilizado para criticar. Contudo, penso que infelizmente a minha opinião não passa de mera opinião, restrita ao campo das ideias e do pensamento, enquanto a questão partidária referida pela colega leitora, esta sim, transcende a teoria e muitas vezes se torna devastadoras no universo da vida cotidiana. Muito antes de minha constatação já vem o fanatismo partidário que não reconhece limites morais, éticos e culturais, muito antes da minha opinião, já vem o jogo de mensagens subliminares, indiretas e diretas, do discurso maniqueista, das opiniões e o uso do poder político e econômico para a manutenção dos grupos dominantes nos postos de poder.

Não sei bem, ainda, o por quê desta situação envolvendo o Santa Rita e a Escola Técnica Federal. Concordo com a leitora, quero e sonho com uma escola técnica em nossa cidade, mas ao preço de uma escola fundamental?

Acredito fielmente que poderia e pode ser tomada outra via para a instalação de uma escola técnica em Gravataí, sem jogos partidários e sem fechar escolas de ensino fundamental. Como o próprio nome diz, é fundamental.
 
Só para pensar... não vi a manifestação de algumas entidades que sempre se pronunciam quando o assunto é educação. Será que é a influência partidária???
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